segunda-feira, 1 de junho de 2009
Reflexão
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Questões de Bales em relação á actividade deste periodo
➜ O quê? – Este projecto é um teatro de rua de nome "Auto da barca do Inferno" de Gil Vicente, acompanhado por animação de rua.
➜ Para quê? – Para chamar a atenção das pessoas, para as divertir e para mostrar o que fazemos e aprendemos em TEC.
➜ A quem? – A toda a população escolar e extra-escolar. Ás pessoas da CERCICOA e ás crianças da escola primária e pré-primária de Almodôvar.
➜ Como? – Foram delimitadas tarefas e papéis no teatro e na animação. Iniciamos depois os ensaios e preparativos.
➜ Com quem? – Com a professora Fernanda Monteiro, a turma, os bombeiros, o professor de música (Anacleto) e todo o Agrupamento Vertical de escolas de Almodôvar que ajudou e apoiou de uma maneira ou de outra.
➜ Com o quê? – Roupas, adereços, instrumentos musicais, maquilhagem. Cada elemento da turma ficou responsável por si.
➜ Quando? - Dia 26 de Maio de 2009.
➜ Onde? – Na praça da República, na CERCICOA e na escola primária de Almodôvar.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
3º periodo



terça-feira, 24 de março de 2009
Expo-Almodôvar e sua reflexão
E assim foi a nossa Expo-Almodôvar.
Para concluir achei que foi uma boa experiência, engraçada e divertida mas poderia ter sido melhor organizada com mais tempo e com mais boa vontade e trabalho por parte de alguns elementos da turma. Mas gostei.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Planificação da actividade deste 2º periodo
Concurso fotográfico/Exposição
OBJECTIVOS:
MATERIAIS:
* Placares;
* Cartolinas;
* Folhas coloridas A4;
* Mantas de retalhos;
* Espigas;
* Mesas;
* Cadeiras;
* Xizato;
* Régua.
RECURSOS HUMANOS:
* Alunos de todos os ciclos de ensino;
* Grupo de trabalho;
* Professores;
* Agrupamento Vertical de Escolas de Almodôvar.
LOCAL:
Polivalente (escola)
PÚBLICO-ALVO:
Comunidade escolar e extra-escolar
CALENDARIZAÇÃO:
* Dia 16 das 10 h ás 13h;
* Dia 17 das 09:30 ás 12.30 e das 14:30ás 17 h.
ORÇAMENTO:
20 Euros
domingo, 15 de março de 2009
16 e 17 de Março - Expo-Almodôvar e Concurso Fotográfico


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
ALMODÔVAR, lendas, poemas e gastronomia!
Algumas lendas:
- Lenda de Almodôvar
Os milagres do Sr. Jesus do Calvário tornaram-se conhecidos por todo o país. Este facto aguçou a cobiça dos das redondezas no sentido de querer roubar a imagem milagrosa, para isso fizeram um plano. Certo dia de lindo sol, dirigiram-se a Almodôvar muitos cavaleiros armados de lança e espada, para levarem de qualquer maneira a imagem do senhor Jesus do Calvário. Quando se aproximavam já de Almodôvar, operou-se um milagre que ficou na história da vila que viria a dar-lhe o nome. Um nevoeiro muito cerrado ocultou por completo a vila e não deixava ver nada; nem sequer um plano um palmo à frente do nariz, como se costuma dizer. Os guerreiros que não conseguiam ver nada, passaram de lado e não puderam levar consigo o Senhor Jesus do Calvário. Mas os habitantes ouvindo apenas o barulho das patas dos cavalos vieram à s janelas para ver, mas como estava muito nevoeiro nada puderam ver. No dia seguinte, quando souberam o que tinha acontecido, atribuíram o milagre ao Cristo Crucificado da sua devoção e fizeram logo uma grande procissão com o Senhor, pelas ruas da vila todas engalanadas e cheias de flores. Ainda hoje, esta imagem é muito venerada pelo povo e conserva-se no mesmo local, embora mais cuidado. Todas as noites se encontram no local muitas velas acesas pelos fiéis que receberam benefícios espirituais ou materiais por intermédio do Senhor Jesus do Calvário. Por esta razão, diz a lenda , passou a chamar-se a Almodôvar “ Vila Negra”.
- Lenda de Santa Cruz
Reza a lenda que ao pé da Ermida da Nossa Senhora da Encarnação existe uma capela com outra Santa., a Nossa Senhora da Lapa. Junto da capela da N. Senhora da Lapa, ainda hoje existe uma rocha à qual os habitantes da freguesia chamam de milagrosa. Contam os mais velhos que quando tinham dores de cabeça se dirigiam à N. Sra. Da Lapa, davam nove voltas à capela “sempre a rezar”, batiam nove vezes com a cabeça na rocha para que a dor passasse, o que criou na rocha uma cavidade com o formato de uma cabeça.
Poemas típicos alentejanos:
Andavas colhendo hortelã!
Ê cá gosto de ti,
E tu?? Hãããããã???
Lá prós lados da várzea
Se lá fores e a vires...
Trázea!!!
Com o tê retrato na mão
Desencaliptrê-me lá de cima
Malhê com os ... no chão!!!
Um bom molho de coentros(ou um molho pequeno de poejos ou uma mistura das duas ervas); 2 a 4 dentes de alho ; 1colher de sopa bem cheia de sal grosso; 4 colheres de sopa de azeite; 1,5 litro de água a ferver ; 400 g de pão caseiro(dura); 4 ovos.
Rega-se com o azeite e escalda-se com água a ferver, onde previamente se escalfaram os ovos com uma fatia de pão grande.
Introduz-se então no caldo o pão, que foi ou não cortado em fatias ou em cubos com uma faca, ou partido à mão, conforme o gosto.
Bolo de mel
Ingredientes:
6 ovos inteiros; 3 chávenas de açucar; 3 chávenas de farinha; 1 chávena de óleo; 3 colheres de sopa de mel; 1 colher de canela; 1 colher de sobremessa de pó royal; raspa de 1 limão e 1 chávena de leite.
Preparação:
Bate-se tudo muito bem e vai ao forno.